sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Simplesmente Irresistível

      Simplesmente Irresistível é um dos livros da Rachel Gibson - que já é uma das minhas autoras favoritas. Esse foi o 3º livro dela que eu li, e já vou procurar por mais. O livro, como o título diz, é realmente irresistível. Conta a estória da Georgeanne, uma moça muito bonita que está fugindo do casamento com um homem bem mais velho e rico. Na fuga ela conhece o John, que sem saber está ajudando na fuga da noiva do seu chefe. Ele tenta não se importar com ela, mas acabam se envolvendo, e no dia seguinte ele "abandona" ela, que fica de coração partido. A partir daí se passam 7 anos, Georgeanne teve uma filha do John e ele não ficou sabendo. Até o dia que eles se encontram, ele descobre e quer fazer parte da vida da filha. 



      Como os outros livros da Rachel Gibson que eu li esse também tem alguns momentos bem picantes, nada que chegue a ser erótico. O desenrolar da estória é super engraçado. Alguns momentos eu ri de verdade. Se passa em 1989-1996, o livro foi lançado em 98, mas não interfere em nada, só na falta do celular, que foi o que eu percebi. É o tipo de livro que você devora em um ou dois dias, a leitura é super leve. 

      Achei a capa bem parecida com as dos outros livros traduzidos da autora. (Sem Clima Para o Amor (aqui), Loucamente Sua e Sempre ao seu Lado). Todas envolvem sapatos.

      Esse livro também faz parte de uma "série", mas as séries da Rachel Gibson não são continuas, são estórias independentes que têm algo em comum. Este livro é da série do Hóquei e eu ainda não li nenhum outro.

Enfim, eu adorei o livro. 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

A Hospedeira - Filme X Livro

Geeeeente, eu tive que escrever depois que assisti esse filme!! 
Primeiro de tudo, comecei a assistir com um pouco de preconceito, - guilty! Quando li o livro achei a história super maluca, mas uma hora (mais ou menos na metade do livro) aceitei ela assim mesmo, afinal, ficção é ficção.  Lembro que quando terminei o livro fiquei pensando em como seria difícil fazer uma adaptação para o cinema, já que era uma história da Stephenie Meyer, depois do sucesso de Twilight, provavelmente teria uma adaptação para as telonas.
Um belo dia soube que iria estreiar  a adaptação de The Host e não gostei muito da escolha dos atores (Max Irons me deixa meio em dúvida as vezes, e a Saoirse Ronan é meio sem sal né?!), mas  assisti o filme mesmo assim, pq eu queria saber como eles iriam contar aquela história toda de almas invadindo corpos, e duas mentes numa mesma cabeça.


 E foi INCRÍVEL! O filme foi muuuito fiel ao livro. Tal e qual. Os efeitos especiais estão demais, e o cenário é lindo. De verdade, fiquei muito comovida com o desenvolvimento da história, mesmo sabendo tudo que ia acontecer. Até chorei na parte da despedida. E no fim já tava achando o Jared (Max Irons) um lindinho.
Mas o filme é para aqueles que abraçam a ficção sem preconceitos. Acho muito chato pessoas que não aceitam histórias fictícias. Deixem a criatividade alheia em paz!!


No fim, eu gostei bem mais do filme do que do livro, apesar de ter sido muito bom eles não terem mudado nada - só a descrição da Peg/Wanda no fim-, nem deixado nenhuma parte de fora.
Thumbs up!



terça-feira, 16 de abril de 2013

As Virgens Suicidas

Bom, As virgens suicidas é um nome bem intrigante, que é basicamente o que me fez ler o livro. O livro foi lançado em 1993, por Jeffrey Eugenides, e em 1999 ganhou uma versão para o cinema, com direção de Sofia Coppola, que ainda não assisti.

O livro se passa nos anos 70, em um subúrbio dos Estados Unidos, e conta a história de 5 irmãs, Cecília (13), Lux (14), Bonnie (15), Mary (16) e Therese (17) que se matam sem nenhum "motivo aparente". Tudo começa com Cecília, a irmã mais nova, que tenta suicídio logo na primeira página do livro. A estória é narrada por um grupo de vizinhos que eram admiradores secretos das irmãs Lisbon e tentam desvendar o mistério da morte das meninas.



O que eu achei do livro é que ele tem uma estória interessante, mas não foi das minhas favoritas. Fiquei um pouco desapontada em relação a isso. Primeiro eu fiquei chateada por a estória ser contada pelos vizinhos, porque eles não sabem ao certo o que nem por que as coisas aconteciam, mas no fim aceitei o fato. Também achei o livro bem triste, daqueles que você fica triste quando para de ler, não porque parou de ler, mas porque a tristeza lhe contaminou. Faltou um pouco de emoção, sabe?! E apesar da linguagem elaborada não é nada que não se consiga entender lendo pela segunda vez a mesma frase.


Essa é uma foto das irmãs Lisbon do filme de Sofia Coppola, que estou ansiosa para assistir.